Foto: Isabela Nascimento Calaça/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Minas Gerais
Por Tiago da Silva Cândido · 25 de setembro de 2026
Candidato ao governo diz ter sete peças, uma para cada dia, e associa a escolha à transparência na vida pública.
Foto: Isabela Nascimento Calaça/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
A camisa social branca, ou em tons claros, tem sido recorrente nas agendas dos candidatos ao governo de Minas Gerais nas eleições deste ano.
Foto: Jonas Pereira/Agência Senado via Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
O candidato afirma ter sete camisas brancas, destinadas aos dias da semana.
Foto: Isabela Nascimento Calaça/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
A escolha, que começou quando ele foi eleito vereador de Belo Horizonte em 2016, é apresentada por Azevedo como símbolo de transparência e de sua trajetória política.
Azevedo disse que usa uma camisa por dia, lava a peça e a deixa pronta para a semana seguinte.
Em publicação nas redes sociais, o emedebista relacionou a roupa à origem latina da palavra "candidato", ligada à ideia de alguém vestido de branco.
Foto: Isabela Nascimento Calaça/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
A doutoranda em ciência política Deniza Gurgel, que pesquisa o impacto da imagem na percepção do eleitor, avaliou que a repetição dá à camisa uma função de marca pessoal.
Para Deniza Gurgel, a camisa sem paletó acompanha uma mudança na comunicação visual de políticos.
Flávio Roscoe prefere polos em compromissos de campanha e reserva camisas sociais para sabatinas e debates.
Foto: Jonas Pereira/Agência Senado via Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Alexandre Kalil (PDT), Mateus Simões (PSD), Patrus Ananias (PT) e Flávio Roscoe (PL) também têm usado camisas sociais em agendas, debates, sabatinas e vídeos.