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Foto: TimBray/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Rio Grande do Sul

RS enfrenta envelhecimento e desigualdade na distribuição de médicos

Por Mateus · 24 de setembro de 2026

Especialistas defendem atenção básica mais forte, rede regionalizada e integração digital para reduzir deslocamentos de pacientes.

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Foto: Ricardo de Sampaio Dagnino/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O estado reúne 2,2 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, contingente que praticamente dobrou em pouco mais de duas décadas, segundo dados apresentados pela reportagem.

A população gaúcha também vive mais. A expectativa de vida passou de 72,8 para 77 anos no período, chegando a 80,1 anos entre as mulheres.

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Médicos se concentram na capital

O estado tem 3,45 médicos por mil habitantes, índice superior à média brasileira, de 3,08.

A distribuição, porém, é desigual: Porto Alegre registra 11,81 profissionais por mil habitantes, enquanto o interior tem 2,27.

600 mil

Há mais de 600 mil solicitações à espera desse tipo de atendimento.

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Rede regional e atenção básica

A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) defende que os serviços sejam organizados conforme as necessidades de cada região.

Tecnologia pode conectar serviços

Entre as propostas da Amrigs está a criação de um sistema digital com prontuário único e interoperável.

O que está em debate

O professor Luis Henrique Telles da Rosa, da UFCSPA, também destacou ao g1 a relevância do convívio social para a saúde física e mental das pessoas idosas.

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Em Santa Vitória do Palmar, por exemplo, pessoas que precisavam de diálise percorriam cerca de 200 quilômetros até Pelotas.

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