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DIY

Após terremoto, tutor monta cantinho de alimentação para gata no térreo

Após um terremoto, tutor criou um cantinho de alimentação no térreo para dar mais opções à gata dentro de casa.

Tiago da Silva CândidoPorTiago da Silva Cândido 2 min de leitura
Após terremoto, tutor monta cantinho de alimentação para gata no térreo
Imagem ilustrativa
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Móvel de madeira com laterais em formato de gato foi feito para dar mais opções à felina dentro de casa.

Depois de um terremoto ocorrido em julho, o responsável por uma gata decidiu criar um novo ponto de alimentação no primeiro andar da casa. Antes disso, a comida e a caixa de areia ficavam no segundo piso, que era usado como quarto quando a família se mudou.

A mudança foi motivada pela reação da felina aos ruídos e movimentos provocados pelo tremor, como rangidos da estrutura, móveis balançando e vidros vibrando. Segundo o relato publicado no site note.com, a gata demonstrava ansiedade durante o episódio e tinha o hábito de comer apenas no andar superior, embora houvesse potes de água em vários cômodos.

Um espaço simples no térreo

O primeiro cantinho de alimentação foi improvisado com um recipiente plástico usado como pote. A ideia era permitir que a gata pudesse se alimentar tanto no primeiro quanto no segundo andar, sem depender de um único local da casa.

O tutor procurou um suporte semelhante ao que já usava no piso superior. O modelo antigo, comprado na loja de materiais CAINZ, era destinado a filhotes de cachorro e permitia trocar os potes. A altura também era considerada adequada para a gata.

Móvel ganhou laterais de gato

Enquanto buscava outro suporte, o parceiro do tutor produziu uma peça de madeira para acomodar os recipientes. As laterais foram cortadas no formato de gato com um equipamento de processamento recém-instalado no trabalho dele, a partir de um arquivo criado pelo próprio parceiro.

A tábua onde os potes foram colocados foi comprada em uma loja de materiais para casa. A montagem foi feita com parafusos, usando uma parafusadeira de impacto, de acordo com o relato.

Adaptação da gata ao novo pote

Ao receber o móvel, a gata se aproximou, cheirou o recipiente e começou a comer. O novo apoio é mais largo do que o pote plástico usado antes, o que, na avaliação do tutor, reduziu o contato dos bigodes do animal com as laterais.

O responsável relatou que a gata pareceu se alimentar com mais facilidade após a mudança. O espaço no térreo passou a ser usado novamente pela felina, que agora tem a possibilidade de escolher onde fazer as refeições dentro da casa.

O que mudou para a gata

A nova estrutura não substituiu necessariamente o local antigo: ela criou uma segunda opção de alimentação. Segundo o relato, a adaptação surgiu depois do terremoto e alterou a rotina que a gata havia formado desde a mudança para a residência.

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