Cobertura de campeonatos locais, escolinhas e parcerias entre serviços estão entre as oportunidades apontadas pelo g1.
O futebol pode gerar negócios para quem não joga nem trabalha em um grande clube. Reportagem do g1 publicada em 26 de setembro aponta oportunidades em serviços voltados a torcedores, atletas amadores e comunidades locais no Brasil.
A ideia é atender necessidades que surgem em torno dos jogos, da organização de campeonatos e da prática esportiva. Segundo a publicação, pequenos empreendedores podem encontrar espaço tanto perto de estádios quanto no futebol de bairro, sem disputar diretamente o mercado das grandes marcas.
Serviços ao redor dos jogos
Um restaurante próximo a um estádio, por exemplo, pode fazer parcerias com estacionamentos, hotéis, lojas de artigos esportivos e serviços de transporte. A proposta descrita pelo g1 é conectar negócios que atendem o mesmo torcedor, em vez de deixar cada estabelecimento atuar sozinho.
Fora dos grandes estádios, campeonatos de bairro, ligas de várzea, times de empresas e escolinhas também podem contratar serviços. De acordo com a Ticket Sports, citada na reportagem, o Brasil tem mais de 60 milhões de atletas amadores. Esse público ajuda a sustentar atividades ligadas à organização e ao registro dos jogos.
Conteúdo para o futebol local
A cobertura dos campeonatos amadores é uma dessas possibilidades. O trabalho pode incluir:
- Fotografia e filmagem das partidas;
- Narração e transmissões ao vivo;
- Gestão de redes sociais e produção de melhores momentos.
Segundo o g1, os possíveis clientes incluem organizadores de campeonatos, escolinhas, patrocinadores, atletas e famílias. A oportunidade está em registrar partidas e conquistas que raramente recebem a atenção dada aos grandes clubes.
Escolinhas e futebol feminino
A reportagem também aponta espaço para escolinhas voltadas a famílias interessadas em atividade física e convivência social para crianças e adolescentes, sem ter como objetivo necessário a formação de jogadores profissionais.
A Copa do Mundo Feminina de 2027, prevista para o Brasil, é citada pelo g1 como possível estímulo a serviços ligados ao futebol feminino. Entre eles estão escolinhas, preparação física especializada, equipamentos esportivos e eventos para torcedoras. Trata-se de uma expectativa de mercado, não de uma demanda já confirmada.
Com informações de g1.
Foto de capa: Antônio gaudério/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

