Tropas federais devem começar a chegar ao estado em 1º de outubro e serão distribuídas por 143 municípios.
O Exército Brasileiro prevê mobilizar cerca de 2.800 militares para reforçar a segurança no Piauí durante as eleições marcadas para 4 de outubro. O contingente deverá atuar em 143 municípios do estado.
A chegada das tropas está prevista para a próxima quinta-feira, 1º de outubro, segundo o comandante das tropas federais da 10ª Brigada de Infantaria Motorizada, general de brigada Roberto Furtado Batista. A operação foi discutida nesta semana em reunião com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí, desembargador José Wilson Ferreira.
Distribuição das tropas
O efetivo federal será dividido entre os municípios piauienses definidos para receber o reforço de segurança no período eleitoral. A fonte não informou como será feita a distribuição dos militares entre as cidades nem quais localidades terão maior presença das tropas.
Dados divulgados sobre o reforço federal e o calendário da operação.
- 2.800Militares previstosreforço de segurança
- 143Municípios atendidoscidades piauienses
- 1º de outubroChegada das tropasprevisão informada
- 4 de outubroData da eleiçãovotação no estado
A atuação envolverá militares do Exército e faz parte da preparação para a votação. O anúncio trata especificamente do Piauí e das eleições de outubro.
Comunicação entre agentes
O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí também desenvolve um aplicativo voltado à comunicação entre os agentes de segurança, de acordo com o juiz Paulo Roberto de Araújo Barros. Ele preside o Comitê de Segurança das Eleições.
Segundo as informações divulgadas, a ferramenta busca tornar o contato entre os profissionais mais ágil durante o processo eleitoral. Não foram divulgados detalhes sobre o funcionamento do aplicativo ou a data em que ele será utilizado.
Próximos passos
A previsão informada pelo comando das tropas é que os militares comecem a chegar ao estado em 1º de outubro. A votação ocorrerá três dias depois, em 4 de outubro.
Com informações de gp1.com.br.
Foto de capa: Ministério da Defesa/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

