Contato frequente com água e produtos de limpeza está entre os fatores que merecem atenção.
Depois dos 50 anos, as unhas podem ficar mais finas, opacas e propensas a quebrar. Segundo reportagem da Tupi FM, mudanças graduais se somam ao ressecamento e a pequenos traumas da rotina, por isso a base fortalecedora nem sempre resolve o problema.
A fragilidade pode aparecer nas pontas que descamam, nas unhas que dobram facilmente ou nas que lascam com pouco esforço. O contato repetido com água, detergentes e removedores está entre os hábitos que podem agravar essas alterações.
O que pode agravar a quebra
Lavar louça e limpar a casa sem luvas expõe as unhas à água e a produtos químicos repetidas vezes. De acordo com a reportagem, essa rotina favorece o ressecamento e deixa as bordas mais sujeitas a rachaduras.
Lixamento intenso, retirada frequente de cutículas e uso contínuo de esmalte também podem causar pequenos traumas. Se essas práticas continuam, cuidados feitos apenas perto da esmaltação podem não ser suficientes para reduzir a quebra.
Quando buscar avaliação
Unhas que seguem dobrando, descamando ou quebrando apesar da hidratação e da proteção merecem avaliação de um dermatologista, segundo a Tupi FM. O profissional pode investigar outras causas quando a fragilidade persiste ou vem acompanhada de cansaço, queda de cabelo ou outros sintomas.
Mudanças persistentes de cor ou textura, dor, descolamento, deformidade e espessamento também pedem atenção, especialmente se aparecem em apenas uma unha. Nesses casos, não é possível atribuir a alteração somente à idade ou aos produtos usados no dia a dia.
Cuidados no dia a dia
A reportagem aponta medidas para diminuir as agressões repetidas às unhas. Elas não substituem a avaliação profissional quando as alterações persistem:
- Usar luvas ao lidar com água, detergentes e produtos de limpeza.
- Hidratar unhas e cutículas após lavar as mãos ou retirar o esmalte.
- Evitar lixamento excessivo e manter as unhas em comprimento moderado.
Com informações de tupi.fm.
Foto de capa: Peter van der Sluijs/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

